- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.266.500 VISITAS <> SETEMBRO 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Moura encantada

Manuela de Freitas / Alfredo Duarte *fado cravo*
Repertório de Ana Moura 

É lenda, na mouraria
Que grande riqueza havia
Por uma moura guardada
Um dia alguém perguntou-me
Se a Moura que há no meu nome
É essa moura encantada

Não sei, só sei que me dou
E me esqueço de quem sou / Como num sono profundo
E nos sonhos que vou tendo
Eu adivinho e desvendo / Todos os sonhos do mundo

A minha voz, de repente
É a voz de toda a gente / De tudo o que a vida tem
Quando a noite chega ao fim
Vou à procura de mim / E não encontro ninguém

Não sei se é lenda ou se não
Se é encanto ou maldição / Que às vezes me pesa tanto
Sei que livre ou condenada
E sem pensar em mais nada / Eu fecho os olhos e canto
Serei talvez encantada
E sendo assim tudo e nada / 
Eu fecho os olhos e canto