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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Meu Alentejo fadista

José Fernandes Castro / J.J. Cavalheiro Júnior *fado porto*
Repertório de Fábio Frieza

Meu Alentejo fadista
De beleza inquietante
P’ra quem te sabe ver
O teu perfil intimista
Tem a cor insinuante
Da mais bonita mulher

O teu sol acolhedor
Cheio de brilho e de cor / Tem sempre um calor real
E quando a noite acontece
O teu luar nos parece / Um poema natural

Meu Alentejo, meu berço
Eu apenas me conheço / Quando te canto num fado
Ao compasso da saudade
Eu quero que a tua idade / Seja um poema encantado