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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa.
Paulo Freire *filósofo* 1921 <> 1997

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De quando em vez

Mário Raínho / João Maria dos Anjos
Repertório de Ana Moura

De quando em vez lá te entregas
Nesse sim em que te negas
Ou nesse não que me é tanto;
Não te pergunto os porquês
Deste amar de quando em vez
Ou talvez de vez em quando

Quase sempre de fugida
Como criança escondida / Nosso amor brinca com o fogo
Se queremos dizer adeus

Porque dizemos *Meu Deus* / Simplesmente um *até logo*

E o enleio continua
À mercê de qualquer lua / Que nos comanda os sentidos
E a paixão que não tem siso
Deixa-nos sem pré-aviso / De corpo e alma despidos

Por teimosia ou loucura
Algemamos a ventura / Do amor em nós reencarnando
Prefiro, como tu vês
Amar-te de quando em vez / Ou talvez de vez em quando