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Atingido este valor // Que me faz sentir honrado // Continuo, com amor // A ser servidor do fado.

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Corpo entorpecido

Letra e música de Pedro Fernandes Martins *Alexandrino da Figueira*
Repertório do autor

Um céu sem fim cinzento, um corpo entorpecido
Ramo despido ao vento em busca de sentido
Um copo meio-cheio, vazio p'la metade
Um corpo sem esteio, sofrendo de saudade

Um céu que vai girando em nuvens cinza-frio
Um vale que vai chegando ao fundo do seu rio
De vez em quando espreita, por entre a tarde parda
Uma estrela desfeita que insiste em estar de guarda

Folhas mortas e cruas, rasgadas no jardim
São só saudades tuas que não saem de mim
Do corpo entorpecido que se deixa ficar
Em busca de sentido, verdade, sorte e azar