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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Nervosamente

Mário Raínho / Miguel Ramos *fado margarida*
Repertório de Manuel Barbosa

Nervosamente, assim, nervosamente
Cigarro após cigarro, sem cessar
Desenhava o teu rosto em minha mente
Com lágrimas perdidas do olhar

Nervosamente, assim, nervosamente
Um copo sempre cheio, p'ra beber
Não me matava a sede de ser gente
Mas aumentava a ânsia de te ver

Nervosamente, assim, nervosamente
Ia amargando o fel da solidão
Sentindo o teu amor perdidamente
Fugir-me, por entre os dedos da mão

A noite deu lugar à madrugada
E a fria realidade, num repente
Encontrou-me perdido no meu nada
Nervosamente, assim, nervosamente