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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.515 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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Sem razão

Fernando Farinha / Alberto Correia
Repertório de Amália

Meu amor, não me perguntes o motivo
Da paixão que me tortura
A verdadeira paixão não tem razão
Nem se procura
É desgosto ou felicidade
Que chega em qualquer altura

Por que gostei de ti, não sei
Pois nada fiz p’ra que te queira
Se o amor se perdeu
Que culpa tenho eu de querer-te desta maneira

O amor não é das ordens de ninguém
Aparece de surpresa
Só sei que assim que te vi
Olhei p’ra ti e fiquei presa
Neste mundo ninguém sabe
Do amor a natureza

Ninguém sabe onde mora a sorte
Nem se adivinha o mal-castigo
O amor, quando vem
Não sabemos também a sorte que traz consigo