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Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

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* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.350 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

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* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

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Despedida *saudades*

Carlos Conde / Alfredo Duarte *fado cravo*
Repertório de Alfredo Marceneiro 
Este poema está publicado no livro de Carlos Conde com o titulo *Saudades*

É sempre tristonha e ingrata
Que se torna a despedida
De quem temos amizade
Mas se a saudade nos mata
Eu quero ter muita vida
Para morrer de saudade

Dizem que a saudade fere
Que importa? quem for prudente / Chora vivendo encantado
É bom que a saudade impere
Para termos no presente / Recordações do passado

É certo que se resiste
À saudade mais austera / Que à ternura nos renega
Mas não há nada mais triste
Que andar-se uma vida à espera / Dum dia que nunca chega

Só lembranças, ansidades / O meu coração contém
Tornando-me a vida assim
Por serem tantas as saudades / Eu dou saudades a alguém
P’ra ter saudades de mim

Esta ultima sextilha consta do poema original
É pobre a filosofia
Daquele que neste mundo / Nem uma saudade inspira
Só nela vê fantasia
Pois num desprezo profundo / Diz que a saudade é mentira