António Vilar da Costa / Nóbrega e Sousa
Repertório de Amália
Repertório de Amália
Olha, olha para ela / Traz o mundo num balão
Ai Lisboa é sempre aquela
Ai Lisboa é sempre aquela / Que mantém a tradição
Traz São Pedro na canoa / Com a Esperança que é varina
Vem lembrar as naus de Goa
Vem lembrar as naus de Goa / Dos seus tempos de menina
Ai, ai Lisboa
Ai Lisboa é sempre aquela
Ai Lisboa é sempre aquela / Que mantém a tradição
Traz São Pedro na canoa / Com a Esperança que é varina
Vem lembrar as naus de Goa
Vem lembrar as naus de Goa / Dos seus tempos de menina
Ai, ai Lisboa
Tenho um beijo p'ra te dar
Vem p’ra roda e traz um par
Vem p’ra roda e traz um par
Que esta noite é cá das nossas
Ai, ai Lisboa
Ai, ai Lisboa
Que cheirinho a manjerico
Deve andar no bailarico
Deve andar no bailarico
Santo António a ver as moças
Ai, ai Lisboa
Ai, ai Lisboa
São João de brincadeira
Salta a chama da fogueira
Salta a chama da fogueira
Que acenderam teus avós
Ai, ai Lisboa
Ai, ai Lisboa
Canta, canta, que me encanta
Pois ninguém terá garganta
Pois ninguém terá garganta
P'ra calar a tua voz
Traz nos arcos e balões / Ramalhetes de cantigas
São os versos de Camões
São os versos de Camões / P'ra ensinar às raparigas
Não precisa de queimar / Alcachofras por ninguém
Não lhe falta a quem amar
Não lhe falta a quem amar / Todo o mundo lhe quer bem
Traz nos arcos e balões / Ramalhetes de cantigas
São os versos de Camões
São os versos de Camões / P'ra ensinar às raparigas
Não precisa de queimar / Alcachofras por ninguém
Não lhe falta a quem amar
Não lhe falta a quem amar / Todo o mundo lhe quer bem