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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa.
Paulo Freire *filósofo* 1921 <> 1997

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Valentim

Cancioneiro popular
Repertório de Amália

Adeus casa de meu pai / Adeus largo do quinteiro
Quero o Valentim ó laró laró /
Quero o Valentim ó laró meu bem
Adeus mocidade nova / Adeus vida de solteiro
Quero o Valentim ó laró laró /
Quero o Valentim ó laró meu bem

No tempo das desfolhadas / Lá na aldeia era um regalo
Quero o Valentim ó laró laró / Quero o Valentim ó laró meu bem
Era o tempo em que eu chegava / A casa ao cantar do galo
Quero o Valentim ó laró laró / Quero o Valentim ó laró meu bem

Adeus casa de meu pai / Adeus quarto da palhada
Quero o Valentim ó laró laró / Quero o Valentim ó laró meu bem
Era a cama onde eu dormia / Ao chegar de madrugada
Quero o Valentim ó laró laró / Quero o Valentim ó laró meu bem

Adeus pau de marmeleiro / Se ele falasse dizia
Quero o Valentim ó laró laró / Quero o Valentim ó laró meu bem
As pancadas que me deu / Quando eu chegava ao ser dia
Quero o Valentim ó laró laró / Quero o Valentim ó laró meu bem

Adeus também ao meu pai / Adeus vida de solteiro
Quero o Valentim ó laró laró /
Quero o Valentim ó laró meu bem
Agora é que eu reconheço / O valor do marmeleiro
Quero o Valentim ó laró laró / Quero o Valentim ó laró meu bem