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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.515 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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Na asa dessa gaivota

José Luís Gordo / José António Sabrosa
Repertório de Maria da Fé

Trago meu peito cansado
A boca sabe-me a fado
Meus lábios sabem-me a fumo
Sou gaivota sem guarida
Perdi o norte da vida
Sou gaivota sem ter rumo

E na minha madrugada
Não há sol nem alvorada / Que me dê felicidade
Não há calor que me aqueça
Nem inverno que arrefeça / A dor da minha saudade

Se no cais da minha vida
Uma gaivota perdida / Pousasse só por pousar
Na asa dessa gaivota
Eu escrevia a minha rota / Deixando-a ir para o mar