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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Minha alma de amor sedenta

Mascarenhas Barreto / Alfredo Duarte *fado versículo*
Repertório de Beatriz da Conceição

Minha alma de amor sedenta... sequiosa
Barco sem rumo e sem Deus... fora do mundo
Anda à mercê da tormenta... tenebrosa
Desse mar dos olhos teus... negro e profundo

Essa dádiva total... e quase louca
Que me pedes hora a hora... a cada instante
É o que a minha alma te dá... sem nada em troca
Quando d'amor por ti chora... soluçante

Se eu um dia te perder... na minha vida
Jurarei virada aos céus... ao sol e à lua
E os perdões que Deus me der... arrependida
Meu amor são todos teus... como eu sou tua

É uma causa perdida... pois não deve
O ser proibido amar... e desejar
Quem perde um amor na vida... que é tão breve
Jamais devia cantar... e até sonhar