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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa.
Paulo Freire *filósofo* 1921 <> 1997

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O Marceneiro

Armando Neves / Alfredo Duarte *fado cuf*
Repertório de Alfredo Marceneiro

Com lídima expressão e voz sentida
Hei-de cumprir no mundo a minha sorte
Alfredo Marceneiro toda a vida
Para cantar o fado até à morte

Orgulho-me de ser em toda a parte
Português e fadista verdadeiro
Eu que me chamo Alfredo, mas Duarte
Sou para toda a gente o Marceneiro

Este apelido em mim, que pouco valho
Da minha honestidade é forte indício
Sou Marceneiro, sim, porque trabalho
Marceneiro no fado e no ofício

Ao fado consagrei a vida inteira
E há muito, por direito de conquista
Sou fadista, mas à minha maneira
À maneira melhor de ser fadista

E se alguém duvidar crave uma espada
Sem dó numa guitarra para crer
A alma da guitarra mutilada
Dentro da minha alma há-de gemer