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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa.
Paulo Freire *filósofo* 1921 <> 1997

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Te juro

Pedro Homem de Melo / Alain Oulman
Repertório de Camané

Este poema atribuído a P. H. Melo é da autoria de
Cecília Meireles e tem o título de Cantiguinha
informação de Roberto Peresio

Meus olhos eram mesmo água... te juro
Lustro de brilho vidrado... te juro
Meus olhos eram mesmo água, verde-cloro, verde-escuro

Três barquinhos de brinquedo.... te juro
Fui botando todos eles... te juro
Naquele rio tão puro, naquele rio tão puro

Veio vindo a ventania... te juro
As águas mudam seu brilho... te juro
Quando o tempo é inseguro, quando o tempo é inseguro

Quando as águas escurecem
Todos os sonhos se perdem
Entre o passado e o futuro, entre o passado e o futuro

São dois rios os meus olhos... te juro
Noite e dia correm, correm... te juro
Mas não acho o que procuro, mas não acho o que procuro