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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Contas e contos

Mário Raínho / António Parreira
Repertório de Rodrigo

Depois de fazer as contas
Sem esquecer sinal algum
Vi depois das contas prontas
Não termos conta comum

Perdoei-te, minha tonta
Tantos erros e enredos
Nem sequer te deste conta
Que eu sei contar pelos dedos

Fazes contas de somar quando queres subtrair
E contas de multiplicar nas contas de dividir
Depois de tantas afrontas, queria ver, com os olhos meus
Quando Deus te pedir contas, que contas vais dar a Deus

Tu já não me desapontas
Contas que a mentir me viras
E quando te peço contas
Tu só me contas mentiras

Não me dás conta de nada
Não posso contar contigo
Assim tens hora marcada
Pra ajustar contas comigo