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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.585 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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Deixem Lisboa sonhar

Diamantina / Nobre Costa e Pedro Castro
Repertório de Diamantina

Lisboa triste ficou / Soluçando de saudade
Por julgar que se deitou / E acordou noutra cidade

Deixem Lisboa gritar
A saudade que a magoa
Deixem Lisboa chorar
Com um poema de Pessoa;
Deixem soltar os pregões
Que hoje nela estão calados
Deixem Lisboa sonhar
Lembrando tempos passados

Nos azulejos pintados / Recordou velhos artistas
E a pincel, desenhados / Os ardinas e as coristas

Nas varandas rendilhadas / Viu mil vasos enfeitando
E as colchas penduradas / Pela fé que vai passando

Mas ao lembrar o passado / Sossegou-se o seu peito
Pois viu-se ainda com fado / No romance mais perfeito