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Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

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* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

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* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

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Fado do candeeiro

Amadeu do Vale / João Nobre
Repertório de Fernanda Baptista
Fado da Revista *O Trunfo é Espadas*

O amor que eu não supunha / Ser-me um dia traiçoeiro
Foi a melhor testemunha / Este humilde candeeiro

Sua luz viu que ceguei / Por quem de amor me falara
E quando dele me apartei / Foi então que reparei
Que há muito a luz se apagara

Companheiro amigo do tempo passado
Da janela aberta, da rua deserta
E o  amor a meu lado
Não, não o condenes porque me perdeu
As mágoas consomem, mas ele era um homem
E a louca fui eu

Mas em breve a luz escassa / Deste humilde candeeiro
Iluminou a desgraça / Do meu amor traiçoeiro

Dele em mim nada ficou / Nem sei que ideia era a sua
Entre nós tudo acabou / Tal qual a luz se apagou
No candeeiro da rua

Hoje ainda penso que essa luz existe
P’ra na noite escura viver a amargura
Deste amor tão triste
Mas só vejo a sombra dum vulto e mais nada
Sombra fugidia daquele que um dia
Me fez desgraçada