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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.585 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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Fonte

Pedro Homem de Melo / Custódio Castelo
Repertório de João Chora
Poema também gravado por Joana Amendoeira com música de Mário Pacheco

Meu amor, diz-me o teu nome
Nome que desaprendi
Diz-me apenas o teu nome
Nada mais quero de ti

Diz-me apenas se em teus olhos / Minhas lágrimas não vi
Se era noite nos teus olhos / Só porque passei por ti

Depois calaram-se os versos / Versos que desaprendi
E nasceram outros versos / Que me afastaram de ti

Meu amor diz-me o teu nome / Alumia o meu ouvido
Diz-me apenas o teu nome
Antes que eu rasgue estes versos / Como quem rasga um vestido