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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.590 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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Contemplo o que não vejo

Fernando Pessoa / Armandinho *fado alexandrino*
Repertório de Pedro Moutinho

Contemplo o que não vejo, é tarde, é quase escuro
E quanto em mim desejo está parado ante o muro
Por cima o céu é grande, sinto árvores no além
Embora o vento abrande, há folhas em vai-vém

Tudo é do outro lado, no que há e no que penso
Nem há ramo agitado que o céu não seja imenso
Confunde-se o que existe, com o que durmo e sou
Não sinto, não triste, mas triste é o que estou