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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa.
Paulo Freire *filósofo* 1921 <> 1997

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Amor é água que corre

Augusto César / Alfredo Duarte
Repertório de Alfredo Marceneiro

Amor é água que corre
Tudo passa, tudo morre
Que me importa a mim morrer
Adeus cabecita louca
Hei-de esquecer tua boca
Na boca d’outra mulher

Amor é sonho, é encanto
Queixa, mágoa, riso ou pranto / Que duns lindos olhos jorre
Mas tem curta duração
Nas fontes da ilusão / Amor é água que corre

Amor é triste lamento
Que levado pelo vento / Ao longe se vai perder
E assim se foi tua jura
Se já não tenho ventura / Que me importa a mim morrer

Foi efémero o desejo
Do teu coração que vejo / No bulício se treslouca
Onde nascer a indiferença
Há-de morrer minha crença / Adeus cabecita louca

Tudo é vário neste mundo
Mesmo o amor mais profundo / De dia a dia se apouca
Segue a estrada degradante
Que na boca d´outra amante / Hei-de esquecer tua boca

Hei-de esquecer teu amor
O teu corpo encantador / Que minha alma já não quer
Hei-de apagar a paixão
Que me queima o coração / Na boca d’outra mulher