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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Minha mãe nasci fadista

Hermano Sobral / Frei Hermano da Camara
Repertório de Frei Hermano da Camara

Minha mãe nasci fadista
Mora fado no meu peito;
Não se canse, não insista
Não há ninguém que desista
Quando vive satisfeito

Não lhe dê maior cuidado / Este modo de cantar

É um destino marcado / Quando sofro, canto o fado
Antes isso que chorar

Quem chora dá a saber / A má sorte que lhe cabe

Neste meu jeito de ser / Posso cantar por sofrer
Não o digo e ninguém sabe

Fado, é triste solidão / Fado existe em todos nós
Cantar fado é um condão / É dar fala ao coração

E viver com essa voz

A cantar vivo contente / Tenho a sorte que Deus quis
Quando o fado é permanente / Dá tristeza a quem o sente

Mas quem o canta, é feliz