Fernando Farinha / Popular *fado menor*
Dueto de Fernando Farinha e Alfredo Marceneiro
Marceneiro:
Minha guitarra é vaidosa / Mas vaidosa com encanto
Sente-se toda orgulhosa / Todas as vezes que canto
Farinha
Sente-se toda orgulhosa / Todas as vezes que canto
Farinha
Alfredo quando tu cantas / Cantas com tanta saudade
Que eu sinto que tu encantas / Toda a minha mocidade
Marceneiro
Que eu sinto que tu encantas / Toda a minha mocidade
Marceneiro
Dizem que o fado desgraça / O fado de muita gente
Mentira, o fado não passa / Dum fado que qualquer sente
Farinha
Mentira, o fado não passa / Dum fado que qualquer sente
Farinha
O fado é a voz do povo / Que com o povo nasceu
Tu és antigo, eu sou novo / Será meu o que foi teu
Marceneiro
Tu és antigo, eu sou novo / Será meu o que foi teu
Marceneiro
Entre fadistas de lei / Com meu concurso não falto
Tenho orgulho em ser da grei / Dos Faias do Bairro Alto
Farinha
Tenho orgulho em ser da grei / Dos Faias do Bairro Alto
Farinha
Apesar de muito novo / Quando canto uma cantiga
Faço recordar ao povo / A fadistagem antiga
Marceneiro
Faço recordar ao povo / A fadistagem antiga
Marceneiro
A minha pobre garganta / Já não tem a voz de outrora
Mas quando canta, ainda canta / Ao pé das vozes de agora
Farinha
Mas quando canta, ainda canta / Ao pé das vozes de agora
Farinha
Quem sabe meu pioneiro
Se nesta história não fica
Marceneiro
Se nesta história não fica
Marceneiro
O Alfredo Marceneiro
Farinha
Junto ao Miúdo da Bica
Farinha
Junto ao Miúdo da Bica