- - - - -

- - - - -
Clique na imagem e oiça Fado
- - -
Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
- - - - -
As 5.520 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
- - - - -
Use o motor de busca *barra de links* para pesquisa rápida e fácil.

Velho barco

Zulmiro Vieira / António Rodrigues
Repertório de Sebastião Robalinho

Meu velho barco cansado / Do tempo e dos vendavais
É mais triste este meu fado / Quando estás junto do cais

No teu casco envelhecido / De tanta tanta viagem
Quanto roteiro vencido / E quando porto esquecido
Tu trazes como bagagem

Meu velho barco, no Tejo em arco embandeirado
Na tarde amena, só tu tens pena deste meu fado
Quanta tristeza vive em mim preza e em ti também
Mas só a gente é quem a sente, e mais ninguém

Deitei ao mar os ciúmes / Que tinha no coração
E ele fez dos meus queixumes / A rota da solidão

Como é igual o nosso fado / Nossa cruz nosso tormento
Meu velho barco cansado / Nosso fim está ligado
Ao sol ao mar e ao vento