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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.585 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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A água daquela fonte

Mário Raínho / Fontes Rocha
Repertório de Zé do Mar

A água daquela fonte
Anda a cantar como louca
Serpenteia pelo monte
Mata a sede à minha boca

Vem da nascente primeiro / Aquele pequeno fio
Que se transforma em ribeiro / Para mais tarde ser rio

Descendo p’la serrania / Vem sempre a cantar, contente
E perdida d’alegria / Mata a sede a toda a gente

A correr num desafio / Nunca deixa de cantar
Tem nos seus olhos de rio / A esperança de ver o mar