- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Canal de JOSÉ FERNANDES CASTRO em parceria com RÁDIO MIRA

RÁDIO apadrinhada pelo mestre *RODRIGO*

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
AS LETRAS PUBLICADAS REFEREM A FONTE DE EXTRAÇÃO, OU SEJA: NEM SEMPRE SÃO MENCIONADOS OS LEGÍTIMOS CRIADORES
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ATINGIDO ESTE VALOR // QUE ME FAZ SENTIR HONRADO // CONTINUO, COM AMOR // A SER SERVIDOR DO FADO
POIS MESMO DESAGRADANDO // A TROIANOS MALDIZENTES // OS GREGOS VÃO APOIANDO // E VÃO FICANDO CONTENTES
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
6.555 LETRAS PUBLICADAS <> 2.630.000 VISITAS < > NOVEMBRO 2022
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Eu não te amo, quero-te

Almeida Garrett / Custódio Castelo
Repertório de Nuno da Câmara Pereira

Não te amo, quero-te / O amar vem da alma
E eu na alma tenho a calma / A calma do jazigo
Ai, não te amo, não

Não te amo, quero-te / O amor é vida
E a vida, nem sentida / A trago eu já comigo
Ai, não te amo, não

Ai! não te amo, não / E só te quero
De um querer bruto e fero / Que o sangue me devora
Não chega ao coração

Infame sou, porque te quero
E tanto, tanto, tanto
Que de mim, tenho espanto / De ti, medo e terror
Mas amar... não te amo, não