- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.350 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Aquele bar

Letra e música de Amélia Muge
Repertório de Pedro Moutinho

Não sei se foi da chuva ou foi do dia
Que sobre nos caiu feito destino
E nos marcou ali a ferro e brasa
Na noite tão fria, tão sombria

E tu sem dizer nada derretias
Como se sol olhasse algum glaciar
E já tombava a lua feita gelo
Brilhando no teu copo de cristal

Não sei se foi da chuva ou foi do dia
Ou foi da luz ou foi da sombra
Ou foi da noite, do frio, do lugar
Se a culpa toda foi daquele bar


Não sei se foi da noite ou do instante
Da tua boca esquiva a flutuar
Sorria sim, talvez, o candeeiro
O resto era triste estava mal

Não sei se foi da luz, se foi da sombra
Tudo era tão inútil, tão esquivo
O tempo ali parado, adormecido
Já nada fazia, ali, sentido

Dali saímos nós muito depressa
Sem olhar p’ra trás, sem hesitar
Foi uma assombração ou só o medo
Um mal estar que há naquele bar

Pois ao chegar cá fora, que mansidão
Até o frio não quis reclamar
E ali tomamos logo a decisâo
De nunca mais voltar áquele bar