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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa.
Paulo Freire *filósofo* 1921 <> 1997

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Lisboa, tu és assim

Letra e música de Pedro Campos
Repertório de Pedro Moutinho

Quando o sol se põe, já fugidio
Bate nos barcos sobre o rio
E na rotunda ao fim da tarde
Pessoas, vagueiam na hora de ponta
Passam por mim vezes sem conta
É a cidade

As casas e as paragens na avenida
Cheias de côr, cheias de vida
Do Bairro Alto á Madragoa
Eu ando e vou sentindo como és
Vendo as esplanadas nos cafés
Sei que és Lisboa

Lisboa do rio e dos barcos no cais
Da gente nas ruas e mais ... tu és assim
Lisboa, tu sabes que bom que é voltar
De longe de qualquer lugar ... só para ti

Eu sigo e vou sentindo como és
Nas passadeiras do Marquês
Sei que és Lisboa