- - - - - - - - - -

Canal de J.F.Castro em parceria com a Rádio Mira

Canal de J.F.Castro em parceria com a Rádio Mira
° Caro visitante, existe 1 minuto de interregno entre a identificação dos intérpretes °
Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Existem (pelo menos) 80 letras publicadas que não constam do índice. Caso encontre alguma avise-me, por favor.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

6.270 LETRAS PUBLICADAS /*/ 2.078.500 VISITAS /*/ FEVEREIRO 2021

ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO.

Pois mesmo desagradando // A "Troianos" maldizentes / Os "Gregos" vão apoiando // E vão ficando contentes

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Se não encontra a fado preferido // Envie, por favor, o seu pedido.

fadopoesia@gmail.com

- - - - - - - - - - - - - - - -

Pesquisa.

Última corrida em Salvaterra

Fernando Teles / Filipe Pinto *fado meia noite estilado*
Versão do repertório de Manuel Cardoso de Menezes

É a tarde de mais estival / Dolente, calma, doirada
E tem começo a toirada / Na praça monumental
No camarote real / Há dos Braganças, a flor
E nos outros em redor / Mulheres, lindos tesoiros
Enfim, é tarde de toiros
Com todo o seu esplendor

Instante supremo e belo / Entra na arena Fernando
Que garboso, cavalgando / Cita um toiro de Castelo
Trava-se cruento duelo / A fera rápida insiste
A montada não resiste / A esse choque brutal
Só o sol, a cena tal
Alheio, impávido assiste

Ecoa no espaço um brado / Tremendo da multidão
Capotes rojam no chão / Anseio desesperado
Mas todo o esforço é baldado / Ei-lo à morte prisioneiro
Brotam pranto verdadeiro / Olhos que amar o fitaram;
Pois duas mulheres choraram
A morte do cavaleiro