- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.347.000 VISITAS <> NOVEMBRO 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Grande marcha de Lisboa 1955

Silva Tavares / João Andrade Santos
Repertório de Anita Guerreiro

É Lisboa, venham vê-la
São de sonho as graças que encerra
Só Deus sabe se foi estrela
Ou baixou lá do céu à terra

Pôs craveiros à janela
No amor é leal ardente
A falar… não há voz mais bela
A cantar… não há voz mais quente

Esta Lisboa bendita
Feita cristã p’ra viver
É a menina bonita
De quem tem olhos p’ra ver;
Moira sem alma nem lei
Quis dar-lhe o céu cor e luz
E o nosso primeiro rei
Deu-lhe nova grei
E o sinal da cruz

Nas airosas caravelas
Tempo após, com génio profundo
Cruz sangrando sobre as velas
Portugal dilatou o mundo

E a Lisboa ribeirinha
Ao impôr sua cruz na guerra
Foi então a gentil raínha
Ante a qual se curvou a terra