- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.305 LETRAS <> 2.180.000 VISITAS <> JUNHO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

As voltas que a vida tem

Tiago Torres da Silva / José António Sabrosa
Repertório de Teresa Tarouca
Ao Pedro Homem de Melo

Trazia no peito o Minho
Nos olhos, a Serra d'Arga
Trazia um fado velhinho
A enfeitar-lhe a ilharga

Pela estrada o vento gira / Lembrando os passos de quem
Prendeu às voltas do vira / As voltas que a vida tem

E as vozes das ciganas / Falam dele a toda a hora
Pela mata de cabanas / Onde a sua alma mora

É verde  a sua canção / Canção que um dia me deu
Por não a cantar em vão / O verde não escureceu

A minha alma inquieta / Encontrou um fado novo
Nas palavras do poeta / Que me fez subir ao povo

E porque a morte é mentira / De que a dor sente desdém
Eu prendo as voltas do vira / Às voltas que o fado tem