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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa.
Paulo Freire *filósofo* 1921 <> 1997

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À beira Tejo

Letra e música de Jorge Fernando
Repertório do autor


À beira Tejo, uma gaivota abandonada
Traz o desejo de encontrar sua morada
Fresca maresia, v
erde prata, maré alta
Onde a lusia, inspiração amor exalta
Redes ao mar, esperança no ar
Buscamos sorte
Na proa erguido, um Cristo amigo

Afasta a morte
Sei que este mar

Pode acalmar ou estar bravio
Posto o afago

Um quente trago aquece o frio;
Viver do mar dá que pensar

É dura lida
Vida que o peixe deixa na rede

P'ra nossa vida
à beira Tejo e
rgue-se a noite de mansinho
Roubado o beijo, d
á-lhe o sol breve carinho
No seu poente, h
á a promessa doutro beijo
E a gente sente c
omo o ciúme agita o Tejo