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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Sou moinho abandonado

Gonçalo Salgueiro / Georgino de Sousa
Repertório de Gonçalo Salgueiro

Sou moinho abandonado
Em terreno enlameado
Em paisagem tão sozinha
Meu amor foi embora
Cansou do tempo de outrora
A solidão é toda minha

As velas rasgam saudades
Trazendo cruas verdades / Que o vento canta ao passar
No coração do moinho
Ainda chora baixinho / A semente deste amar

No amargo deste pão
Ao calor da minha mão / Peço ao vento p’ra trazer
Esse amor tão desejado
P’lo mundo condenado / A semente por nascer