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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.520 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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Xaile negro

José Guimarães / Alvaro Martins
Repertório de Flora Pereira


Julguei que o fado era meu / Tanto lhe quero e queria
Mas outra a quem conheceu / Levou-o p’rá Mouraria

Agora, por mãos alheias / Lá anda de lado em lado
Estala-me o sangue nas veias / E eu tenho pena do fado

Este xaile negro

Faz-me fadista um minuto
Se o deixo de cantar vejo no xaile o meu luto
Mas eu qualquer dia
Sem que me importe o pecado
Vou á Mouraria e trago de lá o fado 


Ó Rua do Capelão / Só tu por fim conseguiste
Ferir o meu coração / Que bate agora mais triste

Por isso agora, Lisboa / Atenta nesta verdade
Ninguém, ninguém te perdoa / Essa tão grande maldade