- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Espera de gado

Isidoro de Oliveira / José Marques *fado triplicado*
Repertório de Manuel Cardoso de Menezes

Num galope alucinado
Vai o gado tresmalhado
Numa nuvem de poeira
Cavalos à desfilada
Sem ver nada da manada
Vão chegando à sua beira

Cabrestos a chocalhar
A saltar, a galopar / Vão também chegando perto
O gado vai-se entregando
Afrouxando, encabrestando / E entra num trote certo

Vem à frente o abegão
Por missão, vara na mão / Conduzindo toiros de raça
Na rua o povo apinhado
Animado, espera o gado / Que vai caminho da praça

Há toureiros d’improviso
Sem aviso, sem juízo / Com a coragem do vinho
Após breve confusão
Põe-se mão, com decisão / E tudo volta ao caminho

Era assim no tempo antigo
Como eu digo, meu amigo / Que os toiros entravam na praça
Hoje tudo está mudado
Vem o gado enjaulado / Já não tem a mesma graça