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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.585 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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Morrer de saudades

Manuel Carvalho / Júlio Proença *fado proença*
Repertório de Rosa Cruz


Meu amor se é verdade

Que se morre de saudade
Então está perto o meu fim;
Pressinto a vida a fugir
Que ás vezes chego a sentir
Mesmo saudades de mim

A tua presença invento
E à noite há um momento / Que estàs comigo deitado
Pois ando assim como louca
Com o teu nome na boca / A chamar por todo o lado

Meu coração não resiste
À solidão que persiste / Em viver nesta ansiedade
Se não voltas meu amor
Vai acabar esta dor / Porque morro de saudade