Repertório de António Mourão
Recorda-te de mim, já não sou a criança
Que envolta em ilusões em ti acreditou
Hoje sou um qualquer a quem roubaste a esperança
De ver realizado um sonho que sonhou
Recorda-te de mim e lê nos olhos meus
A tristeza sem par que deste olhar se solta
Que tu dizias ser a luz dos olhos teus
E tudo suportou sem gritos de revolta
Recorda-te de mim, que à tua despedida
Nem um adeus sequer da tua boca ouvi
E perdido d’amor, quase perdi a vida
De ter, por meu castigo, acreditado em ti
agora, desfeitas já minhas esperanças fagueiras
Vivo sem ter amor e sou feliz assim
Não te quero jamais, nem quero que me queiras
Mas ao mentires a alguém, recorda-te de mim
Que envolta em ilusões em ti acreditou
Hoje sou um qualquer a quem roubaste a esperança
De ver realizado um sonho que sonhou
Recorda-te de mim e lê nos olhos meus
A tristeza sem par que deste olhar se solta
Que tu dizias ser a luz dos olhos teus
E tudo suportou sem gritos de revolta
Recorda-te de mim, que à tua despedida
Nem um adeus sequer da tua boca ouvi
E perdido d’amor, quase perdi a vida
De ter, por meu castigo, acreditado em ti
agora, desfeitas já minhas esperanças fagueiras
Vivo sem ter amor e sou feliz assim
Não te quero jamais, nem quero que me queiras
Mas ao mentires a alguém, recorda-te de mim
Segundo o fadista GIL COSTA, este poema é de autoria de seu
Pai, o poeta ARMANDO COSTA.
Foi gravado para a editora FÉNIX em 1976 por Artur Santos no LP
FAT 2005 onde a autoria é atribuída a A. COSTA (supondo-se que
seja referente a ARMANDO COSTA)
Pai, o poeta ARMANDO COSTA.
Foi gravado para a editora FÉNIX em 1976 por Artur Santos no LP
FAT 2005 onde a autoria é atribuída a A. COSTA (supondo-se que
seja referente a ARMANDO COSTA)