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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Noite despida

Mário Raínho / Ricardo Cruz
Repertório de António José Zambujo

Noite despida, sem lua
Na imensidão da cidade
Aonde não me conheço;
O silêncio veste a rua
Anda de ronda a saudade
E eu por ti não adormeço

Noite despida, sem horas
No quarto do abandono / Solidão por almofada
Em que lugar te demoras
Meu amor, tarda-me o sono / E é tão perto a madrugada

Noite despida de tudo
Do tempo mais que parado / A gritar-me á cabeceira
Eu, num choro quase mudo
Hei-de esperar-te acordado / Nem que leve a vida inteira