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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Mote

Fernando Pessoa / Fontes Rocha *fado isabel*
Repertório de Camané

Quando a dor me amargurar
Quando sentir penas duras
Só me podem consolar
Teus olhos, contas escuras

D’eles só brotam amores / Não há sombra d’ironias
Teus olhos sedutores / São duas avé-marias

Quando a vida os vem turvar / Fazem-me sofrer torturas
E as contas todas rezar / Do rosário d’amarguras

Ou se os alaga a aflição / Peço para ti alegrias
Numa fervente oração / Que rezo todos os dias

Teus olhos, contas escuras / São duas avé-marias
No rosário d’amarguras / Que rezo todos os dias