... e porque nem só de fado vive a alma portuguesa ...

*encontrará neste blogue letras de algumas canções que merecem ser perpetuadas*
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Tenho vindo a publicar letras (de autores que já partiram) sem indicação de intérpretes ou compositores na esperança de obter informações detalhadas sobre os temas.
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As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: por falta de informação nem sempre são mencionados os criadores dos temas aqui apresentados.
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De quem é o mundo?

Letra de Carlos Conde
Desconheço se esta letra foi gravada
Transcrevo-a na esperança de obter informação credível


O mundo jorrou sangue, sofreu dores
Mas venceu o maior dos ideais
O tempo dos escravos e senhores
Acabou de uma vez p'ra nunca mais

O mundo emancipou-se e tornou brando
O fulcro dos domínios, dos alardes
O tempo do que eu quero, posso e mando
Desfez-se na arrogância dos cobardes

O mundo tomou rumo, fez escola
É de todos, a todos nos foi dado
O tempo em que o trabalho era uma esmola
Sumiu-se na vergonha do passado

Ainda há restos de impérios, reis com trono
E bobos que estrangulam gargalhadas
Mas o mundo é do povo, o povo é bono
E não que suportar mais palhaçadas