- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.305 LETRAS <> 2.180.000 VISITAS <> JUNHO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Fado de um tempo incerto

Letra e música de Carlos Leitão
Repertório do autor

Deixa toda a razão em que te quis
Porque ela morrerá sem te encontrar
Mesmo que o tempo seja o que se diz
O dia vai passar, mas devagar

E eu que era triste, assim serei
Um dia que é de chuva sem o ser
E assim tu não quiseste o que te dei
E tudo se repete sem viver

Sem hora, sem resposta, sem saída
Suspira a solidão reinventada
Se o tempo vai esperar, eu digo à vida
Que só tu vais chegar, de madrugada

Se o tempo não esperar, eu digo à vida
Que já não há razões na madrugada
Em vez de nós os dois, a despedida
Será a porta aberta para a chegada;
Se o tempo não esperar, eu peço à vida
Mais tempo para esperar a madrugada