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6.170 LETRAS PUBLICADAS // 1.970.000 VISITAS // OUTUBRO 2020

Atingido este valor // Que me faz sentir honrado // Continuo, com amor // A ser servidor do fado.

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Fado excursionista

Ary dos Santos / José Mário Branco e José Afonso
Repertório de Carlos do Carmo

Anda depressa ó Elvirinha / Já chegou a camioneta
Pega na ceste e vem asinha / Vamos é pôr-nos na alheta

O pão-de-ló não dispenso / Nem o arroz de cabidela
Não há quem faça um farnel tão bom
Não há mulher como ela
Vem passear Elvirinha, vem / Tens um lugar á janela

Portugal que eu desconheço / Em permanente excursão
No caminho em que tropeço / É que eu meço a solidão

Solidão de andar parado, ai / Sou um motor em viagem
Será que vem? Será que vei? / É só questão de embraiagem

Anda Elvirinha, anda meu bem / Segura na melancia
Se não te importas traz-me também / O arroz doce da tia

Não te esqueças da mantinha / Nem do banco desdobrável
Traz Elvirinha, traz a sombrinha
Que o campo é descapotável
Ai Elvirinha, traz a sombrinha / Que o tempo está variável

Portugal que eu desconheço / Em permanente excursão
No caminho em que tropeço / É que eu meço a solidão

Anda Elvirinha p’ra camioneta / Já vejo a nossa comadre
E mais a outra da roupa preta / Que é irmã do senhor padre

Temos bela companhia / Que excursão tão porreirinha
Mas o que é isto? a tua tia? / Não disseste que não vinha?
Se for com ela estraga-se o dia / Volta p’ra casa Elvirinha
Não vou á bola com a tua tia / Ficas em casa Elvirinha
Ficas comigo Elvirinha / Vamos p’ra casa Elvirinha
Ai que domingo, Elvirinha