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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Poema das mãos

Vasco de Lima Couto / Jorge Barradas
Repertório de Fernando João

Já foram puras estas mãos
Já tive ternas intenções
Busquei amor por toda a parte
Só encontrei desilusões

E quando em mim já nada resta
Que valha a pena aproveitar
Vens tu mulher, também vencida
Com o teu amor, p'ra me salvar

E assim desamparados, os dois vamos seguindo
E a noite nossos vultos encobrindo
Vivemos sem vontade, no tempo baloiçando
E o tempo nossas vidas vai queimando