- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Canal de JOSÉ FERNANDES CASTRO em parceria com RÁDIO MIRA

RÁDIO apadrinhada pelo mestre *RODRIGO*

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
AS LETRAS PUBLICADAS REFEREM A FONTE DE EXTRAÇÃO, OU SEJA: NEM SEMPRE SÃO MENCIONADOS OS LEGÍTIMOS CRIADORES
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ATINGIDO ESTE VALOR // QUE ME FAZ SENTIR HONRADO // CONTINUO, COM AMOR // A SER SERVIDOR DO FADO
POIS MESMO DESAGRADANDO // A TROIANOS MALDIZENTES // OS GREGOS VÃO APOIANDO // E VÃO FICANDO CONTENTES
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
6.525 LETRAS PUBLICADAS <> 2.572.800 VISITAS < > SETEMBRO 2022
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Desgraças

Mote de autor desconhecido / Glosa de António Amargo 
Desconheço se esta letra foi gravada.
Transcrevo-a na esperança de obter informaçâo credivel


Sentado à porta da escola
Onde a instrução espalhou
O professor pede esmola
Aos alunos que ensinou


Poucos conhecem, talvez / Naquela pobre aldeola
Quem eu vejo tanta vez / Sentado à porta da escola

É um triste de um velhinho / Que a muita idade mirrou
E vem acoitar-se ao ninho / Onde a instrução espalhou

Ensinou a aldeia a ler / Com mágoa que desconsola
E para poder viver / O professor pede esmola

E por suprema irrisão / Como o destino o cegou
Pede uma côdea de pão / Aos alunos que ensinou