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Ninguém sabe tudo, ninguém ignora tudo, só todos juntos sabemos alguma coisa <> PAULO FREIRE *filósofo
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Quando se ama loucamente

Letra e música de Manuel Cruz
Repertório de Aldina Duarte

Quando se ama loucamente
Nada existe doutra forma
Tudo no seu peso incerto
Todo o rasgo de um motivo
De olhos num sorriso aberto
Dando o corpo ao esquecimento
Como um tronco na corrente

Quando o sangue corre à frente
Não há corações ao alto
Vivos numa nuvem de éter
Rebolando pela estrada
Embalados no cansaço
Poros desse espaço aberto
De quem ama loucamente

Mesmo que o desejo abrande
Nunca se vai apagar
Nunca lhe ganhaste o jogo
Em todo este tempo
Não percas mais tempo a tentar