- - - - -

- - - - -
Clique na imagem e oiça Fado
- - -
Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
- - - - -
As 5.515 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
- - - - -
Use o motor de busca *barra de links* para pesquisa rápida e fácil.

Sextilhas soltas

Delfim da Silva / Alfredo Duarte *marcha do marceneiro*
Repertório de Joaquim Silveirinha

A voz do fado é tão calma

Na sua terna expressão
De amor ciúme e desdita
Que põe delícias na alma
E deixa no coração
Uma tristeza infinita

Porta-voz de singeleza
O fado que eu canto e louvo / Sempre um amigo há-de ter
No coração da pobreza
Porque ninguém como o povo / Sabe cantar e sofrer

O fado triste e amoroso
É saudade que se canta / É pranto que ganha voz
Por um condão misterioso
Sai a cantar da garganta / Mas chora dentro de nós

Versos ao fado são flores
De um ramo que dia a dia / Tem sempre perfume novo
São rosas que os trovadores
Atiram com alegria / Para o regaço do povo