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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Fado do Zé ninguém

Alberto Barbosa / José Galhardo / Vasco Santana / Raúl Portela
Repertório de Carlos Zel

Soldado que foste ás sortes
Vai p’ro quartel, não te importes / Que lá, ninguém te faz mal
Não temas, que não te comem
Vais aprender a ser homem / P’ra defender Portugal

Se Deus quiser ainda hás-de voltar á terra
Mas se tiveres que ir p’ra guerra / Não temas, que és português
É teu dever saber viver como um forte
Não tenhas medo da morte / Que só se morre uma vez

Ó Zé ninguém que és militar
Se a pátria-mãe tu queres honrar
Segue o exemplo dum soldado com ralé
Que morreu e está num templo, mas ninguém sabe quem é

Soldado, lá na trincheira
Se vires o porta-bandeira / Tombar com ela no chão
Levanta-a logo, soldado
Nu trapo verde-encarnado / Tu tens a pátria na mão

Que a pátria vem nessa bandeira imponente
Da côr do sol, do poente / Da côr do mar e da esperança
Defende-a bem, p’ra isso tens a espingarda
E vestes aquela farda / Com que vencemos em França