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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa.
Paulo Freire *filósofo* 1921 <> 1997

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A tasca da Marinela

Letra e musica de Manuel Alcobia
Repertório de António Pinto Basto

Na tasca da Marinela / Canta-se o fado vadio
E eu canto ás vezes com ela / Fadinhos ao desafio

Serve ás mesas com tal proa / Mas nunca vai na cantiga
Muitos dizem que ela é boa / Que ela é boa rapariga

Um caldo verde e uma rodela de chouriço

Venha lá isso, venha lá isso
Mais um pastel de bacalhau, mas bem quentinho
Venha lá isso, venha lá isso
Venha de lá o canjirão desse bom vinho
Venha lá isso, venha lá isso
E enquando o vinho escorrega
E o caldo verde fumega
Vai um fado trinadinho que hoje a malta é do castiço
Venha lá isso, venha lá isso

Sózinha, a Marinela / Nunca se vê namorar
Se alguém se mete com ela / Diz que sim, mas a brincar

Se há conversas atrevidas / Ela não acha piada
E ali, sem meias medidas / Corre com tudo á estalada