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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Zé cauteleiro

Letra e música de: Fernando Farinha
Repertório de Fernando Farinha

Num quarto modeso e triste, morreu o Zé cauteleiro
Sem família, sem amigos, sem um simples companheiro
Ele que oferecia sorte num gesto feliz e franco
Na vida como na morte, teve sempre jogo branco

Já ninguém se lembra do Zé cauteleiro
Que a muitos, em vida, ofereceu dinheiro
Vida de cautelas, feita dum pregão
E apenas ganhou na terminação

Eu conheci bem o Zé, o Zé falava comigo
E de tal forma que até cheguei a ser seu amigo
Por vezes se lastimava e eu, sem querer, compreendia
Que a sorte que ele desejava era a mesma que oferecia