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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Aberta à madrugada

Aurelino Costa e Paulo Soares *terceira estrofe* / Victor Almeida e Silva
Victor Almeida e Silva


Aberta à madrugada
Em cada poema estás
E entras na minha alma

Como um barco no cais

Sol de espuma doce / Brancura de sentir
Coração perfeito e natural
Como a água da fonte / Ou um presente de Natal

Aberta à madrugada

Perfeita no teu ser
Em teu corpo me deste

A seiva do prazer