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Este espaço foi criado <> Com grande dedicação <> Por alguém que faz do fado <> A sua religião.

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As 5.845 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.

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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa.
Paulo Freire *filósofo* 1921 <> 1997

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Aberta à madrugada

Aurelino Costa e Paulo Soares *terceira estrofe* / Victor Almeida e Silva
Victor Almeida e Silva


Aberta à madrugada
Em cada poema estás
E entras na minha alma

Como um barco no cais

Sol de espuma doce / Brancura de sentir
Coração perfeito e natural
Como a água da fonte / Ou um presente de Natal

Aberta à madrugada

Perfeita no teu ser
Em teu corpo me deste

A seiva do prazer