Repertório de António Pelarigo
Mulher arado
Mulher mãe
Semente do prado
Que germina sempre bem
Que lava as mágoas
Nas águas do regadio
Que enrija a coragem
Na aragem que vem do rio
Nas romarias
Dança o vira e o fandango
São alegrias
Que só tem de quando em quando
Maldita cheia
Que lhe-rouba o sono e o pão
Como a receia, o seu triste coração
Doce companheira
Fruto de amor e carinho
Que vai à feira
Nos dias de São Martinho
O Ribatejo
É terra onde nasceu
No Vale ou Brejo
Lá brincou e lá cresceu
Sorriso dela
É a expressão natural
Das mulheres belas
Das mulheres de Portugal
Semente do prado
Que germina sempre bem
Que lava as mágoas
Nas águas do regadio
Que enrija a coragem
Na aragem que vem do rio
Nas romarias
Dança o vira e o fandango
São alegrias
Que só tem de quando em quando
Maldita cheia
Que lhe-rouba o sono e o pão
Como a receia, o seu triste coração
Mulher trigueira
Que veste a chita e a ganga
Que malha na eira
As esperanças da sua fanga
Que veste a chita e a ganga
Que malha na eira
As esperanças da sua fanga
Doce companheira
Fruto de amor e carinho
Que vai à feira
Nos dias de São Martinho
O Ribatejo
É terra onde nasceu
No Vale ou Brejo
Lá brincou e lá cresceu
Sorriso dela
É a expressão natural
Das mulheres belas
Das mulheres de Portugal