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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Por amor ao rei

Manuel Andrade / Francisco Viana *fado vianinha*
Repertório de Carlos Zel

Por amor dum rei sem terra
Lancei poemas à lama
Meus versos eram de guerra
Meus olhos eram de chama

Meu braço foi desse povo
Cuja vontade mentida
Fingiu beber sangue novo
Ao trair a própria vida

Triste povo, cão sem dono
Que p’las próprias mãos se enterra
Escravo dos ladrões do trono
Filho do meu rei sem terra